Arthur Freitas e Maria José Justino

O estado da Arte

Capa e contracapa do catálogo O Estado da Arte.

Primeira parte do catálogo O Estado da Arte. A exposição apresentada no catálogo, escrito e com curadoria de Maria José Justino e Artur Freitas, fala sobre a arte contemporânea no Paraná, utilizando de diversos meios na exposição, como pintura, escultura, vídeo e intervenção no espaço, promovendo e reeditando alguns trabalhos históricos. A exposição tem como ponto de partida os anos setenta que, embora tendo sido uma época de plena repressão militar no seu inicio, foi uma década aberta a experimentações artísticas e também do começo dos Encontros de Arte Moderna no Paraná, com o surgimento das primeiras ações performáticas e intervenções urbanas no estado.

Segunda parte do catálogo O Estado da Arte, escrito e com curadoria de Maria José Justino e Artur Freitas. Nos anos oitenta, com o Brasil em processo de redemocratização, houve no Paraná a ascensão de grupos como o Bicicleta, o Moto-contínuo e o Sensibilizar. Nos anos seguintes, de 1990 à 2000, houve uma pluralidade de formas que regia a arte paranaense: “Do eterno retorno da pintura às intervenções no espaço expositivo, de arte urbana aos dispositivos de registro mais usuais como a fotografia e vídeo, do corpo como obra às suas atuais derivações relacionais” (JUSTINO e FREITAS).

Terceira parte do catálogo O Estado da Arte, escrito e com curadoria de Maria José Justino e Artur Freitas.

Quarta parte do catálogo O Estado da Arte, com texto de Maria José Justino sobre a sala Poéticas Transitivas

Quinta parte do catálogo O Estado da Arte, com texto de Artur Freitas sobre a sala Expresso 2000: a estética da presença.