
Utopia (2000)
Com Utopia, Maria Inês Hamann promove uma arte provocativa e ousada, tendo a tragédia e banalização da vida humana como tema. Discutindo a condição humana, principalmente de um ponto de vista feminino.

A Banalização do Bem (1998)
Performance que choca, instalação feita com vísceras e corações de aves e bois, fetos humanos, larvas, gelo, vela, chumbo, ferro… Uma crítica feita as atitudes de passividade e acomodação.